4 Leis da Nutrição para uma alimentação saudável

As 4 Leis da Nutrição: Para que o leitor compreenda de modo mais amplo as leis da nutrição, teceremos alguns comentários objectivos sobre estas regras, cuja finalidade é ajudá-lo a entender como é indispensável o respeito para com as leis da nutrição para uma alimentação saudável.

1ª Lei da Nutrição: QUALIDADE

Com a estrutura capitalista existente no mundo, comprar alimentos mais baratos está sendo o objectivo de muitos. Mas é preciso esclarecer que não devemos trocar a qualidade pelo preço.

Quando usamos alimentos em condições impróprias ou mal preparados, aparecem em nosso aparelho digestivo resíduos tóxicos provenientes de fermentações e putrefacções, que empobrecem o sangue e promovem doenças e febres intestinais.

Consequentemente, dá-se a formação de ambiente propício ao desenvolvimento de grupos parasitários – ou “microinquilinos”. O intuito económico de trocar a qualidade de um alimento por seu preço é, sem dúvida alguma, um dos meios mais eficazes de se enriquecer a indústria farmacêutica.

2ª Lei da Nutrição: QUANTIDADE

dieta alimentarDiversos sociólogos são categóricos em afirmar que o homem moderno é um glutão. Nada temos a dizer contra esta definição, pois podemos comprová-la a qualquer momento de nossa vida. Para isso basta visitarmos um restaurante ou uma pastelaria na hora do “rush alimentar” e, testemunharemos esta verdade incontestável.

Ao comermos demais, ou seja, ao ultrapassarmos o limite individual de necessidades nutricionais, sobrecarregamos nossos orgãos digestivos e produzimos neles um aumento de circulação sanguínea. Isso os debilita, inutilizando-os para as relevantes funções digestivas a que foram pré-determinados.

Embotamos também nosso cérebro -centro informático de todas as funções orgânicas- e o fígado, que, em conjunto com as demais glândulas, é o principal responsável pela produção laboratorial do organismo. “Muitos vivem para comer e não comem para viver”, é o ditado popular.

Além disso, outro aspecto nutricional pode ser considerado: ainda que comamos pouco de um determinado alimento de nossa preferência, mas se o comemos todos os dias, estamos transgredindo esta lei da mesma forma que as pessoas acostumadas a comer quantidades exageradas de alimentos.

3ª Lei da Nutrição: HARMONIA

Esta terceira lei da nutrição é também chamada compatibilidade alimentar. É essencialmente importante à boa saúde, pois vários são os alimentos que não combinam entre si quando ingeridos na mesma refeição. Tais misturas produzem dispepsias gástricas, reacções fermentivas e desarranjos intestinais.

Por exemplo: ao misturarmos na mesma refeição frutas com hortaliças, associam-se no nosso aparelho digestivo enzimas e ácidos incompatíveis, que impedem a digestão e a absorção dos nutrientes contidos nesses alimentos, dificultando todo o processo de assimilação.

Deste modo, podemos afirmar: frutas não combinam, ou melhor, não se harmonizam com hortaliças.

Veja algumas das considerações gerais sobre compatibilidade entre alimentos:

  • Frutas não combinam com hortaliças, excepto as frutas oleaginosas.
  • Alimentos doces não combinam com alimentos salgados.
  • Tomate não combina com limão devido às reacções entre os ácidos que compõem esses alimentos.
  • Pepino não combina com sal de cozinha. O efeito deste mineral na hortaliça é de acção desidratante.
  • Leite não combina com açúcar. Com mel é aceitável.
  • O limão, apesar de ser classificado como fruta ácida, pode ser agregado às saldas, devido ao seu baixo teor de carbohidratos (açúcares), excepto quando houver tomate.
  • Café, chocolate, frituras em geral, carnes (vermelhas ou brancas), os pescados e o vinagre são alimentos que provocam perturbações orgânicas mesmo sem se associarem com outros.

4ª Lei da Nutrição: ADEQUAÇÃO

Esta norma dietética refere-se ao uso dos alimentos de acordo com a região produtora e o período da safra. Ou melhor, é necessário que se conheça o mínimo das características técnicas relacionadas ao solo que os produziu, bem como as condições climáticas de produção. As actividades mentais e físicas dos indivíduos também devem ser consideradas.

Por exemplo: é muito comum no Brasil comer alimentos oleaginosos – nozes, castanhas, amêndoas, etc. – em épocas quentes do ano, apenas porque encontram nos filmes e documentários mostrando os europeus utilizando esses frutos em pleno rigor do inverno. Isto é falta de adequação alimentar.

Outro factor interligado à adequação é o uso indiscriminado de alimentos, mesmo saudáveis, sem consideração para com os tipos de actividades profissionais desenvolvidas pelos indivíduos. As substâncias alimentares podem e devem adaptar-se às necessidades orgânicas de cada um.

A todas as conclusões aqui mencionadas dá-se o nome de Adequação, a última das leis da nutrição para uma alimentação saudável.

 

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Comentários do Facebook:

Uma resposta a 4 Leis da Nutrição para uma alimentação saudável

  1. [...] palavras e acções, os pais podem ensinar os filhos a criar bons hábitos, como fazer uma alimentação saudável, que resultarão numa saúde melhor. Todo o tempo e dinheiro gastos nesse empenho valerão a pena, [...]

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